sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Religião de Deus X Religião dos homens

Breve estudo da palavra "religião"

Do latim: "religio" usado na Vulgata, que significa "prestar culto a uma divindade", “ligar novamente", ou simplesmente "religar".
Em outras palavras, ligar, unir, juntar, encontrar, prender, amarrar.

Como nós vemos hoje essa palavra: A religião divide, atrapalha, combate, briga, disputa, afasta, manobra, sectariza, distancia uns dos outros, busca seus próprios interesses, monopoliza a verdade pessoal e afasta Deus das decisões.

Estamos acostumados com a palavra "religiao" referindo-se a essa criada (falsificada) pelos homens.


Difereças entre Religião de Deus e dos homens

Em todas as religiões dos homens é alguma invenção para tentar alcançar Deus, ou algum deus.

A Religião de Deus é Cristo, Deus alcançando o homem atravéz de Jesus Cristo.

O homem (a falsa religião) diz: Faça, faça, faça, para tentar chegar a Deus
Enquanto Deus diz: FEITO
Não é você que tem que fazer algo para Deus ama-lo, é Deus que te amou primeiro.

O Cristianismo é a ÚNICA religião verdadeira, única que RELIGA de fato o homem com Deus.
Como a religião dos homens tem cegado o mundo hoje

Hoje essa religião tem tomado o lugar do Filho de Deus. Hoje a religião dos homens tem usurpado o lugar do filho de Deus. Hoje a religião dos homens é qualquer adoração, serviço ou atividade feita para Deus (ou qualquer deus) separadamente de Cristo.

A religião do homem pode ter um ensinamento “sadio”, uma pregação “eloqüente” e uma atividade zelosa, porém destituídos da pessoa viva do Filho de Deus.
A religião do homem pode exortar, mas não pode dar poder, a religião do homem pode excitar as emoções e o entusiasmo, mas não pode dar vida.
A religião do homem pode ensinar, mas não pode iluminar, a religião do homem pode pregar contra o pecado, mas não pode libertar do poder do pecado.

A religião do homem é descrita pelo apóstolo Paulo em 2Tm 3.5
“Como tendo forma de piedade negando-lhe, entretanto o poder”.

O que os homens precisam não é de uma religião, mas da RELIGIÃO única e verdadeira, a pessoa de Jesus Cristo.


C.S Lewis, sobre religião

Pergunta: Qual das religiões do mundo confere a seus seguidores maior felicidade?
Lewis: Qual das religiões do mundo confere a seus seguidores maior felicidade? Enquanto dura, a religião da auto-adoração é a melhor. Tenho um velho conhecido já com seus 80 anos de idade, que vive uma vida de inquebrantável egoísmo e auto-adoração e é, mais ou menos, lamento dizer, um dos homens mais felizes que conheço. Do ponto de vista moral, é muito difícil. Eu não estou abordando o assunto segundo esse ponto de vista. Como vocês talvez saibam, não fui sempre cristão. Não me tornei religioso em busca da felicidade. Eu sempre soube que uma garrafa de vinho do Porto me daria isso. Se você quiser uma religião que te faça feliz, eu não recomendo o cristianismo. Tenho certeza que deve haver algum produto americano no mercado que lhe será de maior utilidade, mas não tenho como lhe ajudar nisso.

Simplesmente fantástica a resposta do escritor inglês. A cristandade contemporânea, que vende uma espécie de baú da felicidade, esqueceu do Evangelho de Cristo, cujo foco está na cruz. Cristianismo não ensina conquista, mas renúncia; não ensina triunfalismo, mas “pé no chão”; não ensina apego aos milagres, mas amor ao próximo e a Deus. A mensagem de Cristo é diferente do que o mundo oferece! Quem já ofereceu tudo de mão beijada foi o diabo (cf. Mt 4. 8-10).


Cristianismo é uma religião então?

Algumas pessoas têm aversão à palavra “religião” e preferem não ter nada a ver com ela. Entre elas, aqueles que se consideram cristãos opõem-se à palavra sobre o fundamento que o Cristianismo não é uma religião, mas uma “vida” ou “relacionamento”. Mas esse desdém para com a palavra é baseado em ignorância e falsa piedade.

Primeiro, podemos questionar se as palavras “vida” e “relacionamento” são de fato descrições adequadas da fé cristã. O relato bíblico dessa vida e relacionamento é muito mais rico do que pensam a maioria das pessoas que preferem essas palavras como descrições da fé. De fato, a Escritura inclui muitas coisas em sua exposição dessa vida e relacionamento que essas pessoas estão procurando excluir ao rejeitar a palavra “religião”.

No dicionário Merriam-Webster, uma definição principal de religião é “o serviço ou adoração a Deus”. Assim, por exemplo, se não é errado para um crente dizer que “o Cristianismo é o único serviço ou adoração verdadeira a Deus”, então não é errado ele dizer que “o Cristianismo é a única religião verdadeira”.

A declaração “o Cristianismo não é uma religião” é falsa, e de fato anti-bíblica. Sem dúvida o Cristianismo é uma religião (é A religião). E se estamos considerando essas definições, então a pessoa que diz “Dê-me Jesus, e não religião” está nos dizendo que ela não quer nada que tenha a ver com “o serviço e adoração a Deus”.

Antes, a distinção necessária é entre uma religião boa e má, uma religião verdadeira e falsa. O Cristianismo é superior ao Islamismo, Budismo e outros, não porque é um relacionamento enquanto os outros são meras religiões. Todos são religiões! A diferença é que o Cristianismo é verdadeiro e o restante é falso. O Cristianismo é uma religião divinamente revelada. É a palavra de Deus mesmo sobre o apropriado serviço e adoração a Deus. Todas as outras religiões são invenções humanas e demoníacas.

Vídeo ilustrativo


Fontes:
Monergismo
Wikipedia
Estudos Novo Tempo
webartigos.com
dotgospel.com
ibpalavradedeus-biazoli.blogspot.com

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Fora do Arraial (Pregação em Vídeo)

Assista o resumo de uma mensagem minha gravada na IPB de Itapema dia 12/09:


Veja a mensagem completa aqui:http://ipbitapema.com.br/sermoes/sermao039.html

Depois vou colocar o esboço dele também aqui.

Abraços!! Que Deus fale a cada coração!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

REFORMISSÃO

Como ultrapassar barreiras culturais para levar o Evangelho, sem comprometer o conteúdo? A resposta para esta questão é o modelo de evangelização que o Pastor Mark Driscoll chama de REFORMISSÃO


Driscoll, no seu livro Reformissão, oferece três equações para caracterizar os movimentos principais de evangelização e os “tipos de cristianismo”:

Evangelho + Cultura – Igreja = Movimento Para-eclesiástico.

É o que ocorre quando cristãos ficam tão frustrados com a igreja que tentam levar o Evangelho para a cultura, sem levar a igreja. O problema é que ao conectar as pessoas com Jesus, sem conectá-las as outras pessoas que seguem Jesus, estes ministérios deixam os novos na Fé em imaturidade teológica e sem incentivo ou recursos para produzir fruto e evangelizar outros.

Mark Driscoll diz: Os movimentos para-eclesiásticos tendem a amar ao Senhor e amar os vizinhos, sem amar os irmãos em Cristo.

Cultura + Igreja – Evangelho = Liberalismo

São as igrejas que querem ser culturalmente relevantes e se preocupam em se envolver com a cultura, negligenciando o Evangelho.

São os ministérios que ganharam relevância se envolvendo com o tecido social, político e cultural e levaram as pessoas às boas obras, mas apresentaram um “evangelho” de acomodação, que não leva à Fé pelo arrependimento, para uma verdadeira transformação.

Cristãos liberais tendem a denunciar os pecados institucionais, mas são reticentes ao comentar os pecados pessoais, por estarem em desacordo com o “senso comum” da sua cultura.

Para Driscoll, os liberais correm o risco de amar os seus irmãos e os seus vizinhos às custas do amor ao Senhor.

Igreja + Evangelho – Cultura = Fundamentalismo

Algumas igrejas estão mais voltadas para a sua denominação, tradição, arquitetura e governo do que para o Evangelho. Embora conheçam o Evangelho teologicamente, elas raramente o levam para fora de suas paredes.

Nestas comunidades as pessoas amam a igreja e seus membros, mas falham terrivelmente no amor as pessoas perdidas dentro da cultura em que se inserem e isto levanta dúvidas em relação ao seu amor por Jesus, visto que a ênfase do Mestre sempre foi o pecador...

Os pastores destas igrejas são esforçados em manter suas ovelhas longe do pecado, mas também do IDE de evangelizar o perdido.

São boas igrejas para manter as pessoas em seu meio, mas péssimas em preparar as pessoas para irem para FORA influenciar a cultura positivamente. Tendem com o tempo, a se perder num gueto que, invariavelmente, constrói doutrinas legalistas como uma barreira à cultura, mas que acabam se tornando uma barreira ao Evangelho.

É comum os cristãos fundamentalistas amarem ao Senhor e seus irmãos, mas não amarem seus vizinhos.

A reformissão surge como uma proposta de evangelização que reúne os melhores aspectos dos três tipos de cristianismo tratados acima. Ou seja, a reformissão é viver a tensão de ser um cristão e uma igreja cristã culturalmente liberal, ao mesmo tempo que teologicamente conservadora, sendo impulsionada pelo Evangelho da Graça a amar a seu Senhor, a seus irmãos em Cristo e a seus vizinhos, sejam eles inseridos em que subcultura for.


Fonte: Genizah

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Já ouviu falar sobre os Jovens Movarianos?

Os Moravianos foram os primeiros Protestantes a colocarem em prática a idéia de que a evangelização dos perdidos é dever de toda a igreja, e não somente de uma sociedade ou de alguns indivíduos. Anteriormente, a responsabilidade pela evangelização havia sido lançada nos degraus dos governos, através das atividades colonizadoras deles. Os Moravianos, contudo, criam que as missões são responsabilidade de toda a igreja local. Devido ao seu profundo envolvimento, esse pequeno grupo ofereceu mais da metade dos missionários Protestantes que deixaram a Europa em todo o século XVIII.

Dificilmente qualquer missionário seria mandado para a costa leste de Honduras ou Nicarágua. Essas partes da América Central eram inóspitas. Lá, contudo, estavam os Moravianos.

A obra missionária Moraviana era regada de oração. No ano de 1727, em Herrnhut Alemanha , ocorreu um grande avivamento espiritual, os Moravianos começaram uma vigília de virada de relógio, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, trezentos e sessenta e cinco dias por ano.

Durante esse período dois jovens Moravianos, de 20 anos ouviram sobre uma ilha no Leste da Índia cujo dono era um Britânico agricultor e ateu, este tinha tomado das florestas da África mais de 2000 pessoas e feito delas seus escravos, essas pessoas iriam viver e morrer sem nunca ouvirem falar de Cristo.

Esses jovens fizeram contato com o dono da ilha e perguntaram se poderiam ir para lá como missionários, a resposta do dono foi imediata: “Nenhum pregador e nenhum clérigo chegaria a essa ilha para falar sobre essa coisa sem sentido". Então eles voltaram a orar e fizeram uma nova proposta: "E se fossemos a sua ilha como seus escravos para sempre?", o homem disse que aceitaria, mas não pagaria nem mesmo o transporte deles.

No dia que estavam no porto se despedindo do grupo de oração e de suas famílias o choro de todos era intenso, pois sabiam que nunca mais veriam aqueles irmãos tão queridos, quando o navio tomou certa distância eles dois se abraçaram e gritaram suas últimas palavras que foram ouvidas: "QUE O CORDEIRO QUE FOI IMOLADO RECEBA A RECOMPENSA DO SEU SOFRIMENTO".

Mas o que a história desses jovens Moravianos mostra para nós é que houve algo mais na vida deles: um profundo e intenso clamor nos seus corações por Deus, e depois, conseqüentemente, um clamor por aquilo que Deus ama: os perdidos.

Que o Cordeiro que foi imolado receba através da sua vida integral a recompensa pelo seu sofrimento!


Não é pagar a salvação, é entender que foi pago um alto preço por sua vida, pela sua salvação! E isso nos impulssionar a viver uma Fé viva!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Paciência

Uma música falando dessa virtude tão rara hoje...



Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...

Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...

Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...

A igreja e seu relacionamento com o mundo

Li que alguém foi procurar a igreja e a encontrou no mundo; foi procurar o mundo e o encontrou na igreja. A igreja é um povo chamado do mundo para ser enviada de volta ao mundo como luz do mundo. A igreja está no mundo, mas o mundo não pode estar na igreja, assim como a canoa está na água, mas a água não pode estar na canoa. Jesus, em sua oração sacerdotal falou-nos sobre essa relação da igreja com o mundo. Vamos mencionar aqui três pontos que Jesus destacou:

1. A igreja não é do mundo (Jo 17.14). “… o mundo os odiou, porque eles não pertencem ao mundo…”. A igreja de Deus não procede do mundo, por isso é odiada pelo mundo. Nascemos de cima, do alto, de Deus, do Espírito. O céu não é apenas nosso destino, mas também nossa origem. Somos estrangeiros e peregrinos no mundo. Aqui não é nosso lar permanente. Não podemos amar o mundo, pois aquele que ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Não podemos ser amigos do mundo, pois quem quiser ser amigo do mundo, tornar-se-á inimigo de Deus. Não podemos nos conformar com o mundo para não sermos condenados com o mundo. É uma tolice, portanto, pensar que vamos conquistar o mundo imitando o mundo. Devemos viver uma contracultura. Devemos viver aqui como filhos da luz, como cidadãos dos céus.

2. A igreja é guardada do mundo (Jo 17.15). “Não oro para que os tires do mundo, mas sim, que os livres do mal”. Não somos eremitas que se escondem em mosteiros. Não somos tirados geográfica e fisicamente do mundo. Somos guardados no mundo e do mundo. Nosso ministério acontece aqui. Nossa luta é travada aqui. Estando no mundo, somos a luz do mundo. Vivendo aqui, somos o sal da terra. Não somos arrancados do mundo, mas protegidos do maligno, o príncipe do mundo. O mundo sempre irá nos odiar, porque não pertencemos ao mundo como Jesus não o pertence. Porque o mundo odeia Jesus, ele também odeia a igreja, porque Jesus está na igreja e com a igreja. Não obstante, sermos alvos do ódio do mundo e dos ataques do maligno, nós não precisamos temer, pois somos guardados e protegidos por Jesus. Não estamos envolvidos numa missão de risco. Não entramos nessa peleja com a possibilidade da derrota. Já somos mais do que vencedores em Cristo Jesus. Nossa segurança está nas mãos daquele que criou o universo e sustenta todas as coisas pela palavra do seu poder. Nele vivemos, nos movemos e existimos.

3. A igreja é enviada de volta ao mundo (Jo 17.18). “Da mesma maneira como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo”. A igreja não é do mundo, é chamada do mundo, é guardada do mundo, santificada no mundo e enviada de volta ao mundo como testemunha de Cristo. Assim como Jesus desceu do céu e se fez carne e habitou entre nós; assim como Ele se inseriu no meio dos homens, também, devemos estar presentes no mundo, não para sermos assimilados pelo mundo, amar o mundo, ser amigos do mundo e conformarmo-nos com ele, mas para sermos embaixadores de Deus, rogando aos homens que se reconciliem com Deus. A igreja é a agência do reino de Deus no mundo. A igreja é uma embaixada do céu na terra. O reino de Cristo não é deste mundo. O mundo vai passar e não temos aqui herança permanente. Nossa Pátria está no céu. Nossa herança está no céu. Vivemos aqui por causa da nossa missão. Nosso papel aqui é glorificar a Deus e anunciar sua glória entre as nações. Nossa missão é chamar os homens de todas as raças, povos, línguas e nações a se arrependerem e crer no Bendito Filho de Deus. Somos embaixadores de Cristo, arautos do Rei, ministros da reconciliação, portadores de boas notícias. Fomos tirados do império das trevas para sermos filhos da luz e luzeiros do mundo. Fomos arrancados da potestade de Satanás para anunciarmos ao mundo o reino da graça e o reino de glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo. Fomos desarraigados deste mundo tenebroso para proclamarmos ao mundo que Cristo morreu, ressuscitou e vai voltar em majestade e glória para julgar os vivos e o mortos.

Hernandes Dias Lopes

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Atenção! Essa carta pode ter sido enviada de sua igreja!

Alguns Jovens de 20 anos escreveram essa carta:


Muitos de nós, fiéis jovens membros da igreja, estamos em uma situação desesperada. Temos uma grande, ampla, profunda necessidade que não está sendo satisfeita. Estamos morrendo de inanição porque não estamos sendo alimentados.

Por favor me leve a sério, porque eu sei do que estou falando. Jovens estão deixando diariamente a igreja, amargurados, desiludidos e sem esperança, enquanto outros nem mesmo consideram que têm algo a ver com religião, porque não vêem nela nada que os ajude.

Não precisamos de mais sermões a respeito de testemunhar a outros. Reiteradamente nos é dito que devemos partilhar o evangelho, mas ao responder a este desafio, descobrimos que nada temos a dizer. Conto podemos convencer outros a aguardar o retorno de Cristo quando a maioria de nós nem O reconheceria se Ele viesse?

Precisamos de alguém que nos fale acerca de Deus. Sabemos tudo a respeito de doutrinas e práticas da igreja. Conhecemos muitas coisas, mas não conhecemos a Cristo. Nunca fomos apresentados a Ele, e a menos que Deus opere um milagre e Se revele a nós, jamais O conheceremos.

Por favor, ensine-nos como conhecer a Deus e Seu caráter. Somos bebês espirituais. Precisamos de Jesus. Ansiamos conhecê-Lo. Mostre-nos, de sua experiência pessoal, conto nos comunicamos com Ele. Nossa maior necessidade é conhecer a Deus. Pode mostrar-nos conto encontrá-Lo?"

Ah…Detalhe: esses jovens de 20 anos, são jovens de 20 anos de Igreja.

Retirado do livro: Como tornar real o cristianismo

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Entrevista ao Portal Guia-me

"Está na hora de discipularmos o mundo", afirma cantor de Reggae Music
Em entrevista exclusiva ao Guia-me, o líder do ministério de música da Missão Surfistas de Cristo, Thiago Will falou sobre o seu novo projeto e o poder que a música pode exercer entre os jovens


Por João Neto - www.guiame.com.br

Ir além do atual cenário gospel. Essa é a intenção do guitarrista e vocalista Thiago Will com o seu novo projeto independente ''VivaRoots''. Líder do ministério de música da Missão Surfistas de Cristo, em Florianópolis (SC), o músico de 25 anos de idade segue a linha do Reggae em seus trabalhos e busca usar este estilo como ferramente para transmitir a mensagem do evangelho não só para surfistas, mas a todos os que estiverem dispostos a ouvi-lo. Apoiado pela Missão e contando com a produção de Haroldo Sousa Rickli, Thiago tem buscado mostrar aos jovens a importância de ouvir músicas que tragam mensagens edificantes.

Em entrevista exclusiva ao Guia-me, Thiago falou sobre a origem desse trabalho, o preconceito existente em relação ao estilo musical por ele escolhido, as estratégias adotadas para uma eficiente transmissão dessa mensagem e o poder que a música pode exercer entre os jovens dos dias atuais.

Confira abaixo a entrevista, na íntegra:

Guia-me: Como surgiu a ideia do nome deste projeto: "VivaRoots"?

Thiago Will: Surgiu em meus momentos de meditação a sós com Deus. Por vários dias recebi palavras sobre voltar às raízes, retornar às bases da Sua Palavra. Isso foi no ano de 2008. Nesse tempo nasceu o nome VivaRoots e seu significado: viver as raízes, voltar às nossas origens, aos princípios e valores do Criador, viver a simplicidade, viver o amor.

Guia-me: Você tem planos de levar este projeto também para fora do meio gospel, com fins evangelísticos. Como surgiu a ideia de divulgar este trabalho também no meio chamado "secular"?

Thiago Will: Este projeto nasceu para isso, para fora, e já tem obtido resultados. O meio ''gospel'' hoje já está abarrotado de bandas e muita música para nós mesmos (cristãos), e está na hora de fazermos músicas para discipular o mundo e não deixar mais que o mundo continue tentando nos discipular com suas mensagens decaídas e banais. Hoje vemos a mídia infectada por músicas sem pudor, sem sentido, sem mensagem alguma a respeito de amor, amizade, paz, preocupação com a nação ou a criação. A ideia é divulgar as músicas que têm uma mensagem de positiva de amor, paz, alegria, fé, conscientização ambiental, conscientização social, etc. E assim buscar ser referência musical de qualidade para o jovem da nossa nação.

Guia-mea Quais estratégias estão sendo traçadas para que esta atuação fora do meio evangélico alcance os seus objetivos?

Thiago Will: Hoje temos duas estratégias: A banda e o CD. A banda tem buscado se infiltrar em lugares onde o pecado domina, onde há pessoas que realmente precisam ouvir a mensagem. Também nos apresentamos em igrejas e eventos evangélicos, com o intuito de despertar os jovens para fazer o mesmo. E o CD tem sido uma surpreendente estratégia dada por Deus, pois já conseguimos distribuir gratuitamente mais de 1000 CDs em Floripa e por todo Brasil. Essa foi a idéia que deu inicio ao projeto, gravar um CD com pelo menos quatro músicas e fazer distribuição do material gratuitamente e pela internet, com um fim evangelístico. Muitas pessoas têm se disposto a ofertar para que os CDs continuem circulando pelo Brasil, já estamos para alcançar os 2000 até final deste ano. Temos recebido e-mails e mensagens de pessoas que foram tremendamente tocadas pelas músicas e isso não tem preço.

Guia-me: O Reggae ainda sofre algum tipo de preconceito entre os evangélicos?

Thiago Will: Creio que esse preconceito tem sido quebrado a cada dia mais. Como o Rock sofreu por muito tempo e, hoje já tem mais espaço, com o reggae tem acontecido o mesmo. Cada vez mais bandas de reggae estão nascendo dentro das igrejas. Mas infelizmente o reggae tem uma ligação muito grande com a maconha. Shows de reggae são os campeões em nível de consumo dessa droga. Por isso precisamos de bandas e artistas cristãos sérios nesse meio, dando o exemplo.

Guia-me: Em sua música ''Metamorfoseamente'', você fala sobre abrir a mente para uma renovação. Esta transoformação pode se caracterizar somente como espiritual ou também como social, entre outros âmbitos?

Thiago Will: Metamorfosear a mente serve para todas as áreas da nossa vida. Precisamos de uma renovação diária (Rm 12:2), espiritual, social, emocional, ''igrejal'' ... Sermos uma ''Metamorfose Ambulante'', como é citado na música (frase emprestada da música de Raul Seixas), mas uma metamorfose que possa gerar mudança e transformação no mundo em que vivemos, assim, seguimos dia-a-dia voltando às raízes.

Para conhecer as músicas e saber mais sobre o VivaRoots, clique aqui

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Deus tem um sonho...

Deus tem um sonho...Missões!

Missões num sentido literal pode ser definido como: Um Grande Deus com um Grande Sonho!
Mas que sonho é esse? É a tarefa global que Deus confiou à Igreja: a Igreja é enviada ao mundo para amar, servir, pregar, ensinar, curar, libertar. Is 61, Mc 16:15

Deus poderia fazer isso tudo sozinho. Ele não precisa de nós, mas CONTA CONOSCO.
Até o anjos queriam fazer missões (I Pd 1:12), mas esse privilegio foi concedido a mim e a você!
Que tipo de pessoa Jesus quer contar? Pessoas importantes, uma pequena elite?
O grande Mestre no início contou com apenas 12 discípulos...e quem eram esses discípulos?
Uns “Zes Ninguéns” pra sociedade. Mas Jesus via potencial neles, e graças a eles o evangelho chegou até nós.

Deus quer te incluir nesse maravilhoso sonho!
Jesus te chama para fora do arraial – ser cristão fora das 4 paredes. Hb. 13:13

”Somos chamados a ser cristãos não simplesmente para receber a vida mas, sobretudo, para doá-la”